domingo, 16 de junho de 2013

Nós futuros pedagogos precisamos nos atentar aos cuidados com o corpo de nossos futuros alunos. As crianças muitas vezes se comunicam através da linguagem corporal e precisaremos estar atentos para entendermos essa comunicação. Indicamos aqui dois livros muito interessantes.
 Boa leitura!

Educação, Corpo e Movimento
Por: Ana Cristina Arantes Max












Corpo em movimento na educação infantil
Por: Wagner Wey Moreira 







Dicas para cuidar da saúde e do corpo durante uma viagem...




  • Coma bem evite comidas gordurosas, salgadinhos assados, que geralmente encontramos facilmente em mercadinhos e bares de beira de estrada.


  •  Mexa-se Nas viagens longas é comum ficarmos sentados durante horas na mesma posição, mas precisamos sempre movimentar os braços, pernas e colunas, fazer pequenos exercícios e pequenas caminhadas nas paradas é muito importante para deixar os músculos sempre em movimento.



  •  Cuidados com idosos a atenção com os idosos deve ser redobrada, se for passar muito tempo longe de centros urbanos, é importante fazer um check-up.









 Fonte:   http://www.realexpresso.com.br/cuidados-com-o-corpo-e-a-saude-sao-essenciais-em-viagens-de-longa-distancia/


Quando a boca se cala e o corpo fala.

O corpo fala e nós precisamos atentar-nos a ouvir o que ele quer dizer. Quando sentimos uma dor seja ela qual for, a última coisa que pensamos é que ela é um aviso de nosso corpo, nos alertando que em algum setor de nossa vida existe alguma coisa errada. Mas é isso, toda e qualquer dor ou alteração no nosso organismo, tenha ela surgido naturalmente ou em decorrência de acidentes, têm como origem um desajuste no campo emocional.
Cuidem-se!!






Fatores que causam ou agravam a disfonia.


10 dicas de como manter uma voz saudável.

Entre muitas profissões que utilizam a voz como instrumento de trabalho os professores são os que mais tendem a ter problemas vocálicos, perdendo apenas para os cantores. Conheçam dez dicas que ajudaram nossos docentes a manter a qualidade da voz.

Cuidados com a voz do professor

  1. Evitar o hábito do tabagismo e não ficar próximo de quem fuma: pode parecer óbvio, mas, apesar de não fumar, o professor convive com pessoas que fumam e, assim, torna-se fumante passivo, correndo os mesmos riscos. O cigarro paralisa os movimentos da garganta, causando o pigarro e diversas lesões nas pregas vocais.
  2. Evitar abusos vocais, como: gritar, tossir, dentre outros. Tais atividades envolvem também a atenção do professor com o modo de se portar em sala de aula. Substituir gritos por apitos quando precisar da atenção dos alunos, evitar emitir sons onomatopaicos na fala (sussurrar, imitar sons de bichos, carros, etc.).
  3. Manter-se hidratado. Tomar muita água, possibilitando a produção das secreções naturais; evitar o ar condicionado, que resseca as pregas vocais e mucosas nasais.
  4. Evitar anestésicos naturais. É popularmente comum, quando diagnosticada alguma falha vocal ou rouquidão, o incentivo de uso de pastilhas, gengibre, sprays e chás muito quentes. Porém, são cuidados pontuais: a sensibilidade da garganta diminui e, ao passar o efeito, o professor poderá sentir mais dor no local afetado pelo abuso vocal.
  5. Descanse. Noites mal dormidas e falta de repouso podem inchar as pregas vocais e iniciar problemas mais sérios na voz. Distúrbios como a insônia podem receber tratamento médico especializado.
  6. Evitar o consumo de chocolate, leite e derivados antes de dar aulas. Tais elementos favorecem o aumento de secreção e produzem grande quantidade de muco; consequentemente, causam pigarro constante na fala.
  7. No período pré-menstrual, na menopausa e na gravidez, é comum a mudança na tonalidade e na qualidade vocal, pelo inchaço nas cordas vocais. Todos os hormônios produzidos pelo corpo interferem diretamente na voz.
  8. Tratar de doenças gástricas, como o refluxo. Evitar alimentos como: café, doces, álcool, frituras e hábitos como comer e dormir logo em seguida.
  9. Ingerir frutas como maçã, limão, abacaxi e laranja. Alimentos cítricos são adstringentes, limpam a boca e a garganta. Os sucos dessas frutas também são recomendados.
  10. Utilizar recursos didáticos e introduzir as TICs em sala de aula pode melhorar o comportamento e a compreensão dos alunos, bem como produzir atividades com menor uso e desgaste vocal.

Disponível em :   http://www.portaleducarbrasil.com.br/Portal.Base/Web/VerContenido.aspx?GUID=0e13403a-ff84-4ef1-aedf-dc7d84e4f4dd&ID=206967

Os cuidados com o corpo e com a voz.

 Seguem algumas dicas de como se comportar corporalmente diante de uma apresentação/aula muito extensa:

O som produzido será sempre influenciado pela postura que se adota, por diversas razões. Uma boa postura:

1 - É bem menos cansativa do que uma postura má ou relaxada, pois assim, os ossos e músculos ficam posicionados de modo que haja o mínimo de esforço e tensão.
2 - Causa um melhor aproveitamento respiratório.
3 - Dá um melhor aspecto à visualização, além de transmitir maior segurança.
4 - Coloca o mecanismo vocal na melhor posição para o seu posicionamento, tornando mais fácil a produção de uma sonoridade com qualidade.
5 - Traz confiança, bem-estar psicológico e físico o todo o organismo.
6 - Faz o corpo funcionar melhor, consequentemente beneficia a saúde vocal.
A boa postura deve ser aprendida e praticada até que se torne um bom hábito:

1. Pés

Uma boa base dá maior segurança e firmeza. Inicialmente, deverão estar um pouco afastados. Em apresentações mais demoradas, o ideal é variar a sustentação do peso entre os pés, porém não de forma demorada, para evitar fadiga e tensão. Não se deve colocar o peso apenas sobre os calcanhares.

2. Pernas

Como ajudam a fixar e sustentar o corpo, elas nunca ficam totalmente relaxadas. No entanto, elas devem ficar flexíveis, nunca rígidas, prontas para o movimento. Não se deve apoiar todo 0 peso do corpo somente em uma perna, pois haverá uma forte tendência a tremer. Para ajudar a resolver a tensão nas pernas e pés, pode-se fazer algum alongamento nesta região.

3.Quadris

Devem estar equilibrados, evitando um lado estar mais elevado que o outro. Porém, uma leve alternância, ou movimentação ajuda a relaxar esta região, pois não é bom que esteja muito rígida durante a apresentação.

4.Abdome

Não deve estar exageradamente projetado para dentro ou para fora. Deve-se evitar tensões demasiadas neste local, pois a musculatura desta região é de extrema importância para a respiração controlada, como é a de um cantor ou orador.

5.Costas

Manter a coluna ereta de forma não rígida favorece o bem estar do som, por melhorar as condições da expansão do tórax, melhorando a respiração. Deve permanecer de forma equilibrada, sem inclinações exageradas.

6. Tórax

Deve estar numa posição relaxada, evitando-se qualquer contração muscular exagerada, para facilitar o mecanismo do ar. Deve-se sentir todo o tórax agindo em conjunto.

7. Ombros

Devem estar descontraídos, sem nenhuma tensão nestas articulações. Qualquer rigidez nesta região pode comprometer a ação dos músculos do tórax e do pescoço. Eles não devem se mover muito para frente, nem para trás, nem para baixo, muito menos para cima. A rigidez local pode complicar a toda a postura.

8. Braços e mãos

Devem estar caídos livremente ao longo do corpo, de forma natural, o mais livre de tensão possível. Os maneirismos devem ser evitados, como ficar apertando as mãos à frente ou atrás, ou torcendo-as, pois isso causa uma tremenda tensão nos braços e no tórax, além de interferir na ação dos outros músculos do corpo. Esse tipo de atitude também é bastante deselegante.

9.Cabeça

Deve estar centralizada. O olho deve estar na direção das pessoas, e o queixo não deve estar nem muito baixo nem muito alto.

10. Posição sentada

Quando se está sentado, o principal apoio do corpo é o assento. O tronco e a cabeça devem estar alinhados, com a coluna ereta, e os quadris devem estar bem apoiados no encosto, sem, no entanto, fazer com que o abdome fique projetado para frente, ou o oposto, ficando com a coluna inclinada para frente.
Em ambas as situações haverá comprometimento da respiração, e cansaço em pouco tempo. Se se está sentado em uma cadeira com braços, não se deve apoiar os próprios braços sobre os da cadeira, pois haverá maior sobrecarga nos ombros, prejudicando a coluna.


Disponível em: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/postura-corporal/postura-corporal-8.php

Professores o que vocês estão ensinando?

Essa tirinha nos faz refletir um pouco sobre o que esta ocorrendo em nossas escolas. Professores será que vocês estão ensinando o que realmente importa ou estão simplesmente ensinando aquilo o que lhe é imposto pela sociedade???
É hora de acordar!




terça-feira, 11 de junho de 2013

Professores por onde andas?

Será esse o futuro da nação? Cada dia mais nossos profissionais da educação estão se cansando e se ausentando das salas de aula.
 Como será daqui vinte anos? Pois é só o tempo irá dizer, o fato é que precisamos nos conscientizar do papel importante que nossos professores tem para a formação de novos cidadãos na sociedade.





E a educação onde fica?

Essa charge nos chama a atenção para o descaso que a educação vem sofrendo em nosso país. Nós futuros pedagogos e pedagogas  precisamos nos mobilizar contra  essa repressão e descaso.


Videoaula | Psicomotricidade e Desenvolvimento Humano

O que quer dizer Psicomotricidade? Assista o vídeo a seguir, que é muito importante para você, seus filhos e alunos.

Nutriamigos Educativo VT 01

Recomendado para todos os públicos.
Se a alimentação é a base tanto para um bom desenvolvimento físico, quanto motor, então por quê não colocar
 hábitos saudáveis em nossas mesas? Já diz o ditado: Prevenir hoje para não remediar amanhã. Atenção!

Corpo e Mídia. Educação Nutricional

 É espantoso pensar o corpo dessa maneira, mas essa é a realidade, um corpo idealizado pelos outros.
Será que vale a pena tudo isso? É óbvio que não! "Precisamos acordar para a vida, pois ela nos chama".

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Reeducação Postural.

Com a rotina diária adotamos posturas erradas ao andar, ao correr, a se sentar e ate mesmo ao ficar em pé, o que muitas vezes acaba ocasionando dores intensas na lombar e na cervical, sentimos também dores de cabeça, stress, mudanças de humor e tudo relacionado a má postura. Mas podemos mudar nossa rotina com hábitos saudáveis e com posturas corretas.
Os profissionais da educação sofrem muitos de dores na coluna e muitas vezes não sabem o verdadeiro motivo, e com certeza essas dores estão ligadas na postura corporal que eles mantem durante a  jornada de trabalho.
Vejam esse vídeo que lhes ensinam a como manter uma boa postura corporal no seu dia a dia.








link:  http://www.youtube.com/watch?v=cCOVJJnuaug&NR=1&feature=fvwp

terça-feira, 4 de junho de 2013

Postura corporal na frente do computador.


Devido a profissão os professores precisam ficar durante horas em frente ao computador, porém não sabem como manter sua postura corporal diante da maquina, o que acaba ocasionando muitas vezes em doenças sérias na coluna. Esse vídeo serve não apenas para os profissionais da educação mais para todos que ficam muito tempo na frente do computador.
Assistam e pratiquem as dicas sugeridas pelo vídeo. 







Estresse: como lidar com o problema que mais afasta professores da sala de aula

Apenas no estado de São Paulo, 30 mil professores faltam todos os dias em decorrência do estresse. Saiba o que fazer para tratar este problema e ter uma vida profissional mais saudável


A maioria dos professores que atua na Educação Básica tem uma reclamação em comum: sofre de estresse ou conhece quem já passou por isso. Em geral, as causas apontadas são a frustração diante da precariedade dos recursos para o trabalho; a pouca autonomia para ministrar os conteúdos em sala; a violência escolar; a indisciplina dos alunos; a falta de apoio da gestão e da família dos estudantes; e a pouca formação – que faz falta em momentos decisivos no dia a dia em sala, quando o professor fica sem saber como agir.
As estatísticas de afastamento por estresse são alarmantes. Para se ter ideia, todos os dias no estado de São Paulo – que tem a maior rede de ensino público do país, com cerca de 250 mil professores – 30 mil professores faltam sob a justificativa de distúrbios psíquicos relacionados ao trabalho. Um levantamento do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado do Espírito Santo indicou que 50% dos afastamentos da rede municipal da capital Vitória tinham esta mesma causa. E em 2007, NOVA ESCOLA e Ibope fizeram uma pesquisa com 500 professores de redes públicas das capitais e os números foram semelhantes: mais da metade dos entrevistados se queixava de estresse.
Luísa* dá aulas há doze anos e já atuou na Educação Infantil e no Ensino Fundamental. Em 2010 ficou onze meses sem trabalhar devido a um diagnóstico de depressão causada por estresse. Os sintomas apareceram aos poucos e ela acredita que começaram quando ela acumulava turnos em mais de uma escola. Nas duas instituições encontrava dificuldades – classes com mais de 40 alunos sem auxiliar, falta de acompanhamento da coordenação pedagógica e condições inadequadas para trabalhar com alunos com necessidades educacionais especiais. Para buscar tratamento, recorreu a um médico particular, pois a rede não oferecia atendimento para seu caso, apesar da recorrência do afastamento docente ligada a problemas de saúde mental e ao estrese.
Para José Manuel Esteves Zaragoza, da Universidade de Málaga, na Espanha, o afastamento do trabalho é o primeiro mecanismo de defesa encontrado pelo professor para aliviar a tensão causada pelo exercício da profissão. Deixar a escola, ainda que temporariamente, seria a tentativa mais imediata para eliminar as situações que geram nervosismo e prejudicam sua saúde. E vale lembrar: o estresse não afeta apenas os professores brasileiros. Estudos internacionais indicam que docentes dos Estados Unidos, Espanha, Portugal, Austrália e outros países também apontam o cansaço mental como consequência das dificuldades do dia a dia da profissão.
A seguir, confira alguns caminhos possíveis para moderar o estresse no trabalho:

1. Contar com o apoio dos gestores: quando diretor e coordenadores pedagógicos assumem, de fato, a liderança da equipe e passam a acompanhar mais de perto o trabalho do professor, atendendo as questões que o afligem, a qualidade do ambiente escolar melhora. E a saúde de todos, também tende a melhorar. O primeiro passo para lidar com o problema é estabelecer espaços de diálogo com a equipe: “Falta um lugar físico e simbólico de troca nas escolas, para que o professor compartilhe o que sente com os colegas e onde possam surgir novas ideias e iniciativas para solucionar as questões que causam estresse e pioram a qualidade do ambiente escolar”, explica Rosana Márcia Rolando, da Universidade de Brasília.

2. Preparar-se para lidar com a indisciplina dos alunos: a falta de preparo para tratar das situações de indisciplina, violência e problemas de relacionamento que aparecem no dia a dia – uma das causas do estresse entre os professores – começa ainda na graduação. Rosana destaca que o relacionamento entre professores e alunos e os efeitos desta relação são pouco discutidos na formação inicial dos docentes. “Existe uma lacuna no currículo das faculdades e o estudante de Pedagogia ou de licenciatura não é preparado para lidar com situações reais de indisciplina. Quando ele se depara com os problemas do dia a dia não sabe o que fazer”.

3. Conversar sobre o problema com a turma: realizar assembleias aproxima o professor dos alunos e faz com que todos se responsabilizem pela qualidade dos relacionamentos, à medida que as soluções para os problemas podem ser encontradas coletivamente. Para Mariana Wrege, coordenadora da pós-graduação em relações interpessoais da Universidade de Franca, o professor não precisa ser o foco de todo o conteúdo, mas deve abrir espaço para que os estudantes tragam informações sobre o tema estudado. Os alunos precisam reconhecer que são corresponsáveis pela própria aprendizagem.

4. Repensar o planejamento das aulas: o alívio do estresse também depende da sua atuação, professor. Muitos docentes têm uma resistência em mudar a maneira de ensinar e em buscar alternativas para enfrentar melhor as reais causas do estresse. Além de repensar a forma como dá aulas, em busca de um ambiente mais democrático e cooperativo, e confiar mais na participação dos alunos, a formação contínua é um motor para mudanças positivas que beneficiam a aprendizagem e valorizam o trabalho do docente. Quanto mais o professor conhece e aprende, mais aplica o que sabe e aprimora sua prática. Vale também evitar o excesso de aulas expositivas, quando o tempo e a atenção voltados exclusivamente ao professor são grandes.

5. Investigar os recursos disponíveis na Secretaria de Educação: as secretarias municipais e estaduais costumam desenvolver ações pontuais de orientação para os professores que enfrentam o estresse, mas elas ainda estão longe do ideal. Vale verificar, junto à gestão da sua escola ou à secretaria que tipo de apoio é oferecido para o enfrentamento de problemas de saúde decorrentes das más condições de trabalho.

Fonte: Revista Nova Escola.

Oito dicas para evitar problemas de saúde relacionados à coluna e à musculatura corporal.

Colhemos algumas dicas para vocês professores de como manter-se corporalmente em sala de aula, leiam e reflitam...

Veja oito dicas para evitar problemas de saúde relacionados à coluna e à musculatura corporal. A consultoria é de Gabriel Lahóz Moya, fisioterapeuta da Sanitas Corpus e mestre pela Faculdade de Medicina da USP.

Ilustração: Eduardo Caçador
1. Reveze momentos em pé, sentado e em movimento Não fique muito tempo na mesma posição. Durante as aulas, procure alternar seus movimentos: ande pela sala, fique um tempo em pé e alguns minutos sentado.
Ilustração: Eduardo Caçador
2. Faça pausas para descansar Você passa muitas horas em pé. Por isso, durante o recreio ou nos intervalos entre as aulas, procure descansar. Na falta de um ambiente como uma sala de vivência ou outro espaço semelhante na própria escola, sente-se por alguns minutos em uma poltrona ou uma cadeira mais confortável.

Ilustração: Eduardo Caçador
3. Use tênis ou sapatos confortáveis Para você, um tênis ou um sapato com salto baixo e sem bico fino são as melhores opções. Estes calçados posicionam melhor os dedos e o pé. Palmilhas de silicone e meias de média compressão também são alternativas que facilitam a sustentação do corpo e evitam dores.

Ilustração: Eduardo Caçador
4. Se sente dores, procure ajuda médica A dor é um sinal de lesão ou de princípio de lesão, que indica sobrecarga. Quando sentir alguma parte do corpo dolorida, como os ombros, o pescoço ou a coluna, pare e busque outras formas de fazer a atividade que estava fazendo quando a dor apareceu. Se mantiver o mesmo padrão de movimento, a tendência é piorar. E, fique atento: se as dores são frequentes é preciso procurar um especialista, como um médico ortopedista. Este profissional poderá encaminhá-lo a um fisioterapeuta ou recomendar o tratamento mais adequado para o seu caso.
Ilustração: Eduardo Caçador
5. Fique em pé da maneira correta Em geral, o professor passa boa parte do tempo em pé enquanto dá aulas. Faça isso sem deixar os pés muito próximos, o que dificulta o equilíbrio e a manutenção da postura, pois o corpo precisa se esforçar um pouco mais para ficar parado. Os joelhos também não podem estar totalmente estendidos nem flexionados, mas sim em um intermédio entre as duas posições.

Ilustração: Eduardo Caçador
6. Cuidado ao escrever na lousa Quando você levanta o braço para escrever na lousa, se move ligeiramente pra frente e o corpo se ajusta para restituir o equilíbrio. Nesta hora, procure alinhar joelhos, tronco e os ombros e manter a estabilidade do corpo, conforme a ilustração (ao lado).

Ilustração: Eduardo Caçador
7. Pratique exercícios físicos Com o tempo, a pessoa tende a diminuir massa muscular e o controle que tem da postura. Assim, fica mais difícil manter-se ereto ou se mexer da forma adequada. A prática de exercícios físicos, além de trazer bem estar, deixa os músculos mais fortes e traz a estabilidade que o corpo precisa para evitar problemas na coluna e em outras partes do corpo.

Ilustração: Eduardo Caçador
8. Agache do jeito certo Para falar com os alunos da Educação Infantil, o educador abaixa várias vezes ao longo do dia, pelo tamanho das crianças e pela natureza do mobiliário utilizado nesta etapa de ensino. Aqui, mais uma vez, vale a premissa: é importante evitar repetições de movimento errados. Por isso, quando agachar, principalmente para levantar peso, mantenha os pés afastados, de preferência um na frente e outro atrás, e flexione bem o joelho. Quanto mais dobrar o joelho, menos você curva e força a coluna. Vale acrescentar que não é correto ficar muito tempo agachado. Se isso for necessário, opte por sentar em um banquinho que tenha a altura que você precisa.



Vejam melhor a matéria no link:  http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/oito-dicas-melhorar-postura-corporal-sala-aula-692336.shtml?page=1

sábado, 18 de maio de 2013

Corrigir a postura não é o mesmo que corrigir prova. Atenção Professores!

A imagem a seguir mostra os danos causados por uma postura incorreta.




                                                                                                           
Cuidados com a Postura A escoliose se desenvolve principalmente na adolescência [1]



 É possível manter uma boa postura, buscando meios simples no dia a dia,
promovendo a saúde e bem estar, além de combater lesões posturais.
Uma postura errada pode causar dor, mas futuramente o problema  pode agravar,causando uma
deformidade e se não for tratado pode se tornar irreversível.

Os professores devem ficar alerta, para evitar esse tipo de problema,
pois todos estão sujeitos, com o pouco tempo que tem no dia a dia esquecem de olhar para si mesmo.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

A Docência e os Cuidados Com o Corpo


Muitas pessoas costumam dizer que o corpo humano é uma maquina perfeita, porém todas as maquinas precisam de cuidados e manutenção.

No entanto não devemos relacionar o corpo humano a uma maquina, um objeto, pois as maquinas não têm sentimentos.

O corpo humano é um templo sagrado é o que nos permitem existir, é através dele que expressamos o nossos sentimentos, acolhemos afetos.
 
Portanto é necessário refletir sobre as necessidades dos cuidados com o corpo.